Humano é, não perceber, andar distraído, perdido, muito contente, não reparar...
Nas primeiras horas de dia 23, Plutão volta ao seu movimento Directo e assim se manterá até Abril 2015, chegando aos 15º. Logo todos aqueles com ângulos ou planetas próximos destes graus (11º a 15º) em signos Cardinais (Aries, Câncer, Libra e Capricórnio) já terão ou estarão à beira de ver reflectida nas suas vidas, mudanças, novas perspectivas sob a forma de testes de poder.
Todos os dias, assistimos ou ouvimos falar de prepotências ou colapso de instituições, ambas perspectivas deste reflexo; o AB-uso de poder baseado no medo e na necessidade de controle e o acerto colectivo necessário nas instituições decrepitas ou abusivas. Plutão em Capricórnio.
Na madrugada de dia 24, uma fantástica Lua Nova, gosto especialmente porque acontece no Aries point. Reflectindo uma energia de inicio, de comprometimento.
Lua e Sol em Libra; uma profunda fé na comunhão com o(s) outros. Vénus ainda em Virgem resguarda a capacidade de discernir.
Júpiter e Saturno têm andado em conversações, avaliado hipóteses de avançar. Para fazer o que é correcto.
As oportunidades reflectem-se por aí, assim as nossas atenções as percebam. Por isso se fala tanto da necessidade de viver o momento, para que não nos percamos no passado ou receemos como o futuro.
Sempre que a dor ou a tristeza chegarem pense no que não está a aceitar viver agora, por estar dependente de algo que já passou.
Sempre que o medo de dizer, de fazer, do que pode vir a acontecer, pense no que não está aproveitar agora, dependente de algo que nem sequer sabe.
Ana Cristina Corrêa Mendes
- Ana Cristina Corrêa Mendes
- Astróloga, graduada no prestigiado Master's Course for Professional Astrologers de Noel Tyl, utiliza a Astrologia como ferramenta ao serviço do homem. Nomeadamente nas áreas Comportamental e Vocacional. O horóscopo, como um fantástico espelho reflector das ansiedades visíveis e invisíveis. Um mapa indicativo de potencialidades individuais, o conhecimento destas torna possível uma escolha mais consciente.
sexta-feira, 19 de setembro de 2014
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
provas de fé
Crença e fé, são palavras usadas amiúde e nas mais variadas situações.
Eu prefiro referir-me a estas, para exprimir propósitos do individuo.
Ao longo da vida vamos tendo que reformular crenças, cimentando a a fé.
A fé em nós próprios, a fé de que somo únicos e por isso temos um papel importante, por isso existimos. A fé de que aconteça o que acontecer não estamos sozinhos, estamos a seguir um propósito maior do que nós.
Marte entrou em Sagitário, desanuviando um pouco a energia e as complexidades próprias de Escorpião.
Falando de Marte, é de acção que se trata, em Sagitário a sua coragem, pela bravura das opiniões, o feito persuasor é grande. No dia 21, esta energia desafia Neptuno (5º) Peixes.
Marte - Neptuno, pode ser inspirado em aplicar o que imaginou e visualizou. O magnetismo próprio daqueles que empregam a sua acção ao serviço da sua fé.
Ao contrário de Neptuno - Marte (caso este Neptuno esteja a trabalhar na sua carta individual), que pressupõe uma mudança de curso com base na insatisfação. Crenças que se desfazem.
Nesse mesmo dia 21, Júpiter (expansão, aspiração, filosofia) desafia Chiron (a ferida inconsciente), sugerindo a necessidade da VERDADE, desafiando a nossa fé nos deuses. Júpiter em Leão e Chiron em Peixes, a necessidade de nos sentirmos beneficiados quando desmesurada necessita transpor as armadilhas do ego.
Martin Luther King Júpiter - Chiron conjuntos em Touro, na 1ª Casa, chamou a si a responsabilidade de trabalhar por melhores condições sociais, algo que ele sentiu na "pele" como falta.
Afinal Júpiter tem estado em diálogo aceso com Saturno (metas, estrutura, ambição), uma conversa acerca do que deve ser feito.
Até podemos querer e cobrar ao universo resultados mas na verdade é a nossa fé que está em escrutínio.
Tudo em preparação,...Plutão está quase a voltar a Directo...
Eu prefiro referir-me a estas, para exprimir propósitos do individuo.
Ao longo da vida vamos tendo que reformular crenças, cimentando a a fé.
A fé em nós próprios, a fé de que somo únicos e por isso temos um papel importante, por isso existimos. A fé de que aconteça o que acontecer não estamos sozinhos, estamos a seguir um propósito maior do que nós.
Marte entrou em Sagitário, desanuviando um pouco a energia e as complexidades próprias de Escorpião.
Falando de Marte, é de acção que se trata, em Sagitário a sua coragem, pela bravura das opiniões, o feito persuasor é grande. No dia 21, esta energia desafia Neptuno (5º) Peixes.
Marte - Neptuno, pode ser inspirado em aplicar o que imaginou e visualizou. O magnetismo próprio daqueles que empregam a sua acção ao serviço da sua fé.
Ao contrário de Neptuno - Marte (caso este Neptuno esteja a trabalhar na sua carta individual), que pressupõe uma mudança de curso com base na insatisfação. Crenças que se desfazem.
Nesse mesmo dia 21, Júpiter (expansão, aspiração, filosofia) desafia Chiron (a ferida inconsciente), sugerindo a necessidade da VERDADE, desafiando a nossa fé nos deuses. Júpiter em Leão e Chiron em Peixes, a necessidade de nos sentirmos beneficiados quando desmesurada necessita transpor as armadilhas do ego.
Martin Luther King Júpiter - Chiron conjuntos em Touro, na 1ª Casa, chamou a si a responsabilidade de trabalhar por melhores condições sociais, algo que ele sentiu na "pele" como falta.
Afinal Júpiter tem estado em diálogo aceso com Saturno (metas, estrutura, ambição), uma conversa acerca do que deve ser feito.
Até podemos querer e cobrar ao universo resultados mas na verdade é a nossa fé que está em escrutínio.
Tudo em preparação,...Plutão está quase a voltar a Directo...
terça-feira, 16 de setembro de 2014
tendências
Há anos que sigo com interesse as tendências de comportamento social escritas pela guru do ramo Faith Popcorn.
Muitas vezes apelidadas de tendências de moda são muito mais do que isso, como se pode verificar neste quadro:
Estas ante-visões levam-me sempre a raciocinar sobre a posição dos planetas geracionais e aí está sempre uma fantástica analogia do arquétipo.
Neptuno em Peixes, o acordar espiritual, a necessidade de fantasia...
Úrano em Aries, a valorização do Eu, a busca do clã que fale a mesma linguagem, que vibre na mesma onda.
Neptuno em Peixes está oposto a Virgem, logo as indulgências sobre as disciplinas rigorosas da dieta de Virgem.
Úrano em Aries oposto a Balança, o risco individual na busca e atracão do novo.
A última vez que Neptuno esteve em Peixes foi em 1848, o mundo estava em mudança, os valores filosóficos ganhavam voz.
Úrano há algum tempo em Aries iria juntar-se anos mais tarde a Plutão, 1850. Uma série de conflitos que terminariam na formação de novos países:África do Sul, Itália e o Império Germânico.
Vivemos outros tempos de Úrano - Plutão, assistimos e fazemos parte da construção de algo novo.
Muitas vezes apelidadas de tendências de moda são muito mais do que isso, como se pode verificar neste quadro:
Estas ante-visões levam-me sempre a raciocinar sobre a posição dos planetas geracionais e aí está sempre uma fantástica analogia do arquétipo.
Neptuno em Peixes, o acordar espiritual, a necessidade de fantasia...
Úrano em Aries, a valorização do Eu, a busca do clã que fale a mesma linguagem, que vibre na mesma onda.
Neptuno em Peixes está oposto a Virgem, logo as indulgências sobre as disciplinas rigorosas da dieta de Virgem.
Úrano em Aries oposto a Balança, o risco individual na busca e atracão do novo.
A última vez que Neptuno esteve em Peixes foi em 1848, o mundo estava em mudança, os valores filosóficos ganhavam voz.
Úrano há algum tempo em Aries iria juntar-se anos mais tarde a Plutão, 1850. Uma série de conflitos que terminariam na formação de novos países:África do Sul, Itália e o Império Germânico.
Vivemos outros tempos de Úrano - Plutão, assistimos e fazemos parte da construção de algo novo.
domingo, 31 de agosto de 2014
uma nova perspectiva
Todos os dias fazemos acontecer, nem sempre temos tempo de ver o quê; devíamos fazer resumos, do que aprendemos, sentimos...não conclusões mas resumos.
As conclusões, não necessitam ser escritas, essas são o que o próprio nome indica; um ponto final.
Todos dias ouvimos e lemos mensagens acerca da importância de se viver o presente, isto torna-se difícil quando nos sentimos condicionados pelo passado ou ameaçados pelo futuro.
Esta última semana de Agosto, seria um momento fantástico para um resumo. O que sentimos, o que provocámos, o que atraímos.
Setembro está aí, gosto muito deste mês, será da energia discriminadora, parece-me sempre ser tempo de arrumar, organizar e limpar.
Depois dos banhos mais ou menos frios e das temperaturas escaldantes, e não falo de meteorologia mas de Saturno - Marte em Escorpião, na madrugada de dia 9 temos a Lua Cheia.
Sol e Virgem e Lua em Peixes, uma excelente oportunidade para acedermos para usufruir de insigths. A mente, o racional a razão beneficia ao elevar as suas motivações. A intuição a que todos podemos aceder. Uma nova perspectiva.
Esta formação acontece, a 1º da posição de Chiron, ou seja conjunto; vejo-a como uma potencial oportunidade de cura. De aceitação da nossa própria fragilidade, dos enganos e ilusões.
Virgem - Terra e Peixes - Agua, identificar e compreender as impressões, trabalhar com estas sem sucumbir como mártires.
Vénus estará em Virgem, oposto por Neptuno, não são os outros que nos enganam, somos nós que preferimos a ilusão. Quase sempre abrindo mão dos ideais.
Logo a seguir Mercúrio recebe ajuda de Plutão, a percepção é profunda.
A 23 de Setembro, Plutão volta ao seu curso Directo, nessa altura a Lua Nova no Aries Point; Balança. Uma renovação e sim talvez uma conclusão. Melhor ainda um começo. Uma nova oportunidade de fazer. Aproveitando a onda Cardinal.
Marte já estará em Sagitário, temperado por Neptuno, no melhor pode ser ser um período criativo para expressão, verbalização corajosa do que somos.
E não interessa muito como aqui chegámos, basta a consciência do que somos agora.
As conclusões, não necessitam ser escritas, essas são o que o próprio nome indica; um ponto final.
Todos dias ouvimos e lemos mensagens acerca da importância de se viver o presente, isto torna-se difícil quando nos sentimos condicionados pelo passado ou ameaçados pelo futuro.
Esta última semana de Agosto, seria um momento fantástico para um resumo. O que sentimos, o que provocámos, o que atraímos.
Setembro está aí, gosto muito deste mês, será da energia discriminadora, parece-me sempre ser tempo de arrumar, organizar e limpar.
Depois dos banhos mais ou menos frios e das temperaturas escaldantes, e não falo de meteorologia mas de Saturno - Marte em Escorpião, na madrugada de dia 9 temos a Lua Cheia.
Sol e Virgem e Lua em Peixes, uma excelente oportunidade para acedermos para usufruir de insigths. A mente, o racional a razão beneficia ao elevar as suas motivações. A intuição a que todos podemos aceder. Uma nova perspectiva.
Esta formação acontece, a 1º da posição de Chiron, ou seja conjunto; vejo-a como uma potencial oportunidade de cura. De aceitação da nossa própria fragilidade, dos enganos e ilusões.
Virgem - Terra e Peixes - Agua, identificar e compreender as impressões, trabalhar com estas sem sucumbir como mártires.
Vénus estará em Virgem, oposto por Neptuno, não são os outros que nos enganam, somos nós que preferimos a ilusão. Quase sempre abrindo mão dos ideais.
Logo a seguir Mercúrio recebe ajuda de Plutão, a percepção é profunda.
A 23 de Setembro, Plutão volta ao seu curso Directo, nessa altura a Lua Nova no Aries Point; Balança. Uma renovação e sim talvez uma conclusão. Melhor ainda um começo. Uma nova oportunidade de fazer. Aproveitando a onda Cardinal.
Marte já estará em Sagitário, temperado por Neptuno, no melhor pode ser ser um período criativo para expressão, verbalização corajosa do que somos.
E não interessa muito como aqui chegámos, basta a consciência do que somos agora.
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
um escorpião rodeado por fogo.
O maior confronto, o mais penoso e doloroso é sempre o confronto connosco.
Ainda estou para conhecer quem o tenha experimentado de ânimo leve.
É voz corrente, o peso do mês de Agosto, neste hemisfério calor no outro frio, a culpa não deve ser da temperatura.
Em Agosto, mês de Leão e por isso uma série de planetas neste signo. Signo naturalmente da parte de baixo do horizonte, antes do individuo aprender a colaborar com os outros (em Virgem).
Em Leão, vai-se dar como aprendeu num solo; a auto-estima valorizada Touro, o que aprendeu e percebeu Gémeos, as bases que o nutriram Câncer. Chega à casa 5 e vai arriscar-se com todas as im-perfeições que apreendeu.
Vai experimentar mais ou menos inconscientemente os seus atributos, o self-giving condicionado.
O mundo é redondo como o horóscopo e, acaba por receber o reflexo do que se manifestou em Leão que quer honras e apreciação. Eis que esta energia encontra o desafio dos outros, a quadratura com a casa natural de Escorpião. O poder que os outros têm sobre nós, a impotência que assimilámos, a densidade de poder.
Este desafio de Leão com Escorpião, é no mínimo intenso; a nossa perspectiva de im-potência numa necessidade instintiva de regeneração, e de sucumbir.
São casas sucedâneas, acontecem depois de iniciarmos. Os outros uns espelho do que conseguimos, remetem-nos para nós próprios.
Escorpião só conhece a leveza depois da rendição, até lá vai medir poderes, instintivamente opta pela morte num oceano escuro de emoções.
Nem todos os agostos são iguais; este ano como em 1984, Saturno estava em Escorpião. Honestidade é a palavra que me ocorre acompanhada por essencial.
Escorpião quer a verdade, não aquela que está à vista, a que se esconde, a raiz. Sabe que a vida só acontece depois da morte. O processo é alquímico mas nunca fácil.
O clima deste agosto acentuado por Júpiter em Leão, aumentando a necessidade do ego de reconhecimento. Insuflando, não há bom e mau há expansão. Deseja-se mais, arrisca-se mais...
Júpiter desafiado por Saturno, em Escorpião a consequência, podemos tornar-nos vitimas das expectativas, do medo. Como um escorpião rodeado por fogo.
Ainda estou para conhecer quem o tenha experimentado de ânimo leve.
É voz corrente, o peso do mês de Agosto, neste hemisfério calor no outro frio, a culpa não deve ser da temperatura.
Em Agosto, mês de Leão e por isso uma série de planetas neste signo. Signo naturalmente da parte de baixo do horizonte, antes do individuo aprender a colaborar com os outros (em Virgem).
Em Leão, vai-se dar como aprendeu num solo; a auto-estima valorizada Touro, o que aprendeu e percebeu Gémeos, as bases que o nutriram Câncer. Chega à casa 5 e vai arriscar-se com todas as im-perfeições que apreendeu.
Vai experimentar mais ou menos inconscientemente os seus atributos, o self-giving condicionado.
O mundo é redondo como o horóscopo e, acaba por receber o reflexo do que se manifestou em Leão que quer honras e apreciação. Eis que esta energia encontra o desafio dos outros, a quadratura com a casa natural de Escorpião. O poder que os outros têm sobre nós, a impotência que assimilámos, a densidade de poder.
Este desafio de Leão com Escorpião, é no mínimo intenso; a nossa perspectiva de im-potência numa necessidade instintiva de regeneração, e de sucumbir.
São casas sucedâneas, acontecem depois de iniciarmos. Os outros uns espelho do que conseguimos, remetem-nos para nós próprios.
Escorpião só conhece a leveza depois da rendição, até lá vai medir poderes, instintivamente opta pela morte num oceano escuro de emoções.
Nem todos os agostos são iguais; este ano como em 1984, Saturno estava em Escorpião. Honestidade é a palavra que me ocorre acompanhada por essencial.
Escorpião quer a verdade, não aquela que está à vista, a que se esconde, a raiz. Sabe que a vida só acontece depois da morte. O processo é alquímico mas nunca fácil.
O clima deste agosto acentuado por Júpiter em Leão, aumentando a necessidade do ego de reconhecimento. Insuflando, não há bom e mau há expansão. Deseja-se mais, arrisca-se mais...
Júpiter desafiado por Saturno, em Escorpião a consequência, podemos tornar-nos vitimas das expectativas, do medo. Como um escorpião rodeado por fogo.
terça-feira, 12 de agosto de 2014
moon of my life my sun and stars
A essência, o que somos, como queremos brilhar. O Sol, aquilo que desejamos Ser e espalhar pelos outros.
Qualquer Sol quer admiração pelo que lhe é essencial.
Esta luz e brilho é reflectida na Lua, a nossa necessidade suprema. Se bem que seja o Sol a essência, muitas vezes a Lua tem vontade própria.
A carência sobrepõe-se à abundância.
Pode acontecer; que a nossa essência se veja boicotada pelas nossas necessidades.
Quando isto acontece, a nossa relação (connosco próprios) sofre pelo afastamento e dissonância entre o que obtemos e aquilo nos é essencial.
Sabemos que os relacionamentos crescem e florescem quando se caminha lado a lado, quando o que é essencial é cuidado.
Não serão as diferenças per si que afastam um casal, mas sim a essência descurada.
Quando entendemos este diálogo em nós, aperfeiçoamos-nos. Deixamos de nos sentir divididos.
Tornamos-nos conscientes do que nos tem dividido continuamente.
domingo, 3 de agosto de 2014
alquimia
À volta da recepção mútua, quando dois planetas trocam de casa; um está na Casa do outro, sem se sentir hospede.
Está à vontade, faz o que quer sem cerimónias.
Neste caso temos actualmente Plutão em Capricórnio e Saturno em Escorpião; as reformas sociais vs a transformação da sociedade.
Estas energias são potentes; trabalham o TODO, exigindo uma reforma individual.
Escorpião na sua essência (ver a Casa - área de vida) receia perder a auto-suficiência, uma enorme necessidade de se proteger de algo ou alguém que entre e o subjugue e fragilize. Foi a esta a área escolhida para a transformação.
Saturno em Escorpião sugere que se aceite a realidade como ela é; algo que Escorpião se recusa aceitar. A profunda emoção pode fazer bom uso do pragmatismo.
Que se encare o monstro que o medo lhe trouxe. Que se abandone a obsessão que o paralisa.
O que nos leva a:
Capricórnio na sua essência (ver a Casa - área de vida) quer ser respeitado, se subjuga ás convenções sociais, impõe a sua lei para proteger a sua insegurança ...Antes sozinho. Cronos comeu os filhos para que não lhe usurpassem o trono. Foi esta a área escolhida para crescimento e amadurecimento.
Plutão em Capricórnio, sugere que se abandone a SUA realidade e se regenere. Que se encare a transformação da SUA realidade. Que se liberte de padrões enraizados. A segurança material perdida que amplia o conhecimento.
Neste momento o processo é de alquimia;
Saturno - Plutão - trabalho árduo. Potencial perca. Auto-destruição ou ALQUIMIA abandonando Medos e Protecções.
Está à vontade, faz o que quer sem cerimónias.
Neste caso temos actualmente Plutão em Capricórnio e Saturno em Escorpião; as reformas sociais vs a transformação da sociedade.
Estas energias são potentes; trabalham o TODO, exigindo uma reforma individual.
Escorpião na sua essência (ver a Casa - área de vida) receia perder a auto-suficiência, uma enorme necessidade de se proteger de algo ou alguém que entre e o subjugue e fragilize. Foi a esta a área escolhida para a transformação.
Saturno em Escorpião sugere que se aceite a realidade como ela é; algo que Escorpião se recusa aceitar. A profunda emoção pode fazer bom uso do pragmatismo.
Que se encare o monstro que o medo lhe trouxe. Que se abandone a obsessão que o paralisa.
O que nos leva a:
Capricórnio na sua essência (ver a Casa - área de vida) quer ser respeitado, se subjuga ás convenções sociais, impõe a sua lei para proteger a sua insegurança ...Antes sozinho. Cronos comeu os filhos para que não lhe usurpassem o trono. Foi esta a área escolhida para crescimento e amadurecimento.
Plutão em Capricórnio, sugere que se abandone a SUA realidade e se regenere. Que se encare a transformação da SUA realidade. Que se liberte de padrões enraizados. A segurança material perdida que amplia o conhecimento.
Neste momento o processo é de alquimia;
Saturno - Plutão - trabalho árduo. Potencial perca. Auto-destruição ou ALQUIMIA abandonando Medos e Protecções.
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